A vida na rua é uma coisa impressionante, inúmeras são as relações que se estabelecem entre os indivíduos neste espaço. Em tempos de vivência coletiva dentro de grades, em casas ou prédios, assim como de esterilização das práticas coletivas que tanta vitalidade trazem ao nosso povo e às nossas manifestações culturais, esse espaço busca, na medida do possível, resgatar e valorizar toda essa efervescência que só existe enquanto possibilidade nas ruas, no contato – caloroso ou não – das pessoas, sejam conhecidas ou desconhecidas. Este blog busca, de uma forma ou de outra, recuperar parte da riqueza social que muitas vezes presenciamos pela rua, sem tratá-la como mera oposição de nossa casa ou local de trabalho/estudo, pois, muitas vezes, é vivendo pela rua que nos sentimos confortáveis e temos as reações mais espontâneas e humanas.
As histórias contidas neste espaço não necessariamente aconteceram com o autor. Não é um blog autobiográfico, embora, naturalmente, muito do seu conteúdo diga respeito de alguma forma à realidade de quem escreve.
Não esperem análises profundas, afinal isso é um blog, ora bolas! No entanto, não são análises completamente infundadas. Brincando com as palavras igual criança desavisada que brinca com lâmina (de onde tirei isso?!), a narrativa é interrompida constantemente por parênteses e hifens (entenderam?), numa tentativa frustrada de assemelhar a dinâmica do texto à de uma conversa normal, cheia de idas e vindas, cortes e pequenas reflexões que engrandecem, ou avacalham de vez, toda a argumentação.
Fiquem à vontade.
Olá, tudo bem?
Sou diretora de arte da revista CULT, em janeiro publicamos uma edição especial, que fica 3 meses em banca, dentre as matérias que vamos publicar, tem uma imagem que vc postou que eu gostariade usar, é uma que tem Marx num post seu sobre capitalismo, você sabe a origem dela? no mínimo queremos colocar crédito e se possível pedir uma pra quem fez com melhor resolução.
Obrigada
Melissa Rondon: melissa@revistacult.com.br